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Experiência escolhida a dedo · Guilin

Gruta da Flauta de Junco e Colina da Tromba do Elefante: meia jornada privativa

Guilin, China

4 HoursDuraçãoGuilinLocalizaçãoHotel pickupRetiradaShow Mobile Voucher or PrintedConfirmaçãoJoin-in GroupTipoEnglishGuia

O que vai fazer

Sobrevivem mais de setenta inscrições a tinta nas paredes da gruta, a mais antiga datada de 792 — poemas deixados por quem viajou até ali para a ver.

Destaques

  1. 01

    Discover the majestic scenery of beautiful Guilin.

  2. 02

    Venture deep into the Reed Flute Cave to see its impressive stalactite formations.

  3. 03

    Experience the spectacular Li River, one of China's most beautiful places, even featured on a Chinese yuan note.

  4. 04

    Visit the iconic natural formation of the Elephant Trunk Mountain.

  5. 05

    Poemas deixados nas paredes por viajantes de doze séculos atrás

  6. 06

    Salas que abrigaram famílias durante os bombardeamentos da guerra

  7. 07

    Formações recortadas por luz de cor intensa

  8. 08

    O arco sobre o rio que se tornou o emblema da cidade

  9. 09

    Veículo e guia privativos durante toda a meia jornada

  10. 10

    Um ritmo definido por si, e não imposto

Paragens · 4

GuilinNo percurso
Rio Li (percurso panorâmico)No percurso
Aldeia de DaxuNo percurso
Gruta da CoroaNo percurso

Panorâmica

Uma meia jornada privativa em Guilin com a Gruta da Flauta de Junco, a caverna cársica sob as colinas, e a Colina da Tromba do Elefante, a formação rochosa que se tornou o emblema da cidade.

O que esperar

  • Recolha e o curto trajeto até à gruta.
  • O percurso a pé pelas salas e pelas formações.
  • A transferência até ao rio e à Colina da Tromba do Elefante.
  • Tempo para fotografias à beira de água antes do regresso.

A gruta tem um livro de visitas que recua a 792

É a coisa que quase ninguém conta, e muda a forma como o lugar se sente.

Nas paredes, a tinta, há mais de setenta inscrições deixadas por visitantes de outrora. A mais antiga está datada de 792. Não são grafítis no sentido moderno: na maioria são poemas, ou breves apontamentos de viagem, escritos por gente que ali fora de propósito para ver a gruta e quis registar tê-lo feito.

Ou seja, isto já era algo que valia a viagem durante a dinastia Tang. O turismo não é uma camada moderna aplicada a um acidente natural. Tem mil e duzentos anos e está documentado na rocha, na caligrafia de quem o praticou.

Depois foi esquecida, e depois salvou vidas

A certa altura a gruta caiu em desuso e assim ficou durante séculos.

O que trouxe as pessoas de volta foi a guerra. Durante os bombardeamentos japoneses do final da década de 1930 e dos anos 1940, famílias abrigaram-se nestas salas, e a gruta foi usada a sério ao ponto de nela funcionarem hospitais e de ali se produzir um jornal. Foi redescoberta como refúgio, não como maravilha.

Só depois, nos anos 1960, voltou a abrir como atração — retomando um papel que desempenhara pela última vez sob uma dinastia terminada no século dez.

Sobre a iluminação, para que não seja surpresa

As salas são iluminadas por luz colorida intensa: verdes, vermelhos e violetas lançados sobre as estalactites e os lagos de reflexo.

Há quem adore e há quem ache excessivo, e vale a pena decidir de que lado está antes de ir. Não é uma iluminação discreta, de aparência natural, e as fotografias saem saturadas. O que ela consegue é escala — as paredes ao fundo da maior sala seriam invisíveis sem ela.

Colina da Tromba do Elefante

A segunda paragem é a formação que aparece em tudo o que se imprime nesta cidade: um promontório com um arco gasto de lado a lado à beira de água, lido durante séculos como um elefante a baixar a tromba para beber.

É uma visita curta e sobretudo uma fotografia, melhor tirada da margem, com o arco refletido na água.

Aspetos práticos

O piso da gruta está húmido e irregular em vários troços, e a temperatura lá dentro mantém-se fresca seja qual for o tempo cá fora, pelo que uma camada leve é sensata mesmo no verão.

Sendo um programa privativo, o ritmo é o seu — e vale a pena usá-lo na gruta, onde a maioria dos grupos avança mais depressa do que as formações merecem.

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O que está incluído

O que o preço cobre e o que deve prever à parte.

IncluídoIncluído no preço
  • ✓Guia e veículo privativos durante todo o programa
  • ✓Deslocações entre os dois locais e o regresso
  • ✓Comentário sobre a história da gruta e as suas formações
Não incluídoPrever à parte
  • —Ingressos de entrada, onde exigidos, nos dois locais
  • —Refeições e bebidas
  • —Gastos pessoais

Bom saber

Os detalhes práticos e as respostas que as pessoas realmente procuram.

Prático

  • Duração4 Hours
  • RetiradaHotel pickup
  • TipoJoin-in Group
  • GuiaEnglish
  • VoucherShow Mobile Voucher or Printed
  • CancelamentoCancelamento gratuito até 7 Days antes

Perguntas frequentes

O que está escrito nas paredes da gruta?

Mais de setenta inscrições a tinta deixadas por visitantes de outrora, na maioria poemas e breves apontamentos de viagem, e não rabiscos ao acaso.

Que idade tem a mais antiga?

Traz a data de 792, o que a coloca na dinastia Tang, cerca de doze séculos atrás.

Porque é que isso importa?

Prova que a gruta já era um destino a que as pessoas viajavam para ver. O turismo aqui não é um acrescento moderno.

Esteve sempre em uso?

Não. Depois daquele período inicial caiu em desuso durante séculos e foi praticamente esquecida.

O que trouxe as pessoas de volta?

Os bombardeamentos. Famílias abrigaram-se lá dentro nos anos de guerra, e as salas acolheram hospitais em funcionamento e até um jornal.

A iluminação é natural?

De modo algum. Verdes, vermelhos e violetas intensos são lançados sobre as formações, e as fotografias saem saturadas.

Vale a pena essa iluminação?

Divide opiniões. O que ela consegue é dar escala — as paredes ao fundo da maior sala simplesmente desapareceriam sem ela.

O que é a Colina da Tromba do Elefante?

Um promontório calcário atravessado por uma abertura ao nível da água. A semelhança foi notada há muito e o nome ficou.

Desde · por pessoaSob consulta