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Experiência escolhida a dedo · Chamarel

Sul da Maurícia: paisagens de meio dia

Chamarel, Maurício

6 HoursDuraçãoChamarelLocalizaçãoHotel PickupRetiradaEnglishGuia

O que vai fazer

As dunas coloridas voltam a ordenar-se depois de cada chuvada, porque os minerais que as formam têm pesos diferentes e recusam-se a misturar outra vez.

Destaques

  1. 01

    Uma paisagem que se reorganiza depois da chuva

  2. 02

    A queda mais alta da ilha, a chegar em dois braços

  3. 03

    O último troço contínuo de floresta nativa

  4. 04

    O interior que as estadias de praia raramente vêem

  5. 05

    Um percurso de manhã que deixa a tarde livre

Paragens · 4

ChamarelNo percurso
Queda de água de ChamarelNo percurso
Terra das Sete CoresNo percurso
Gargantas do Rio NegroNo percurso

Visão geral

Seis horas pelo sudoeste da Maurícia em autocarro partilhado: a queda de água de Chamarel, as dunas coloridas por cima dela e a travessia das gargantas do Rio Negro, com comentário pelo caminho.

Como corre o passeio

  • Partida de manhã, deixando a tarde livre.
  • A subida do litoral para o interior.
  • O miradouro da queda de água de Chamarel, a poucos minutos a pé da estrada.
  • A Terra das Sete Cores, vista da plataforma construída.
  • Pelo menos um miradouro nas gargantas do Rio Negro.
  • Regresso no início da tarde.

Porque é que a terra é às riscas

As dunas coloridas não foram pintadas, tingidas nem dispostas. São o que restou depois de a lava basáltica se ter desfeito ao longo de muitíssimo tempo num clima tropical húmido.

À medida que a rocha se desfazia, os seus minerais separaram-se. Os óxidos de ferro deram os vermelhos e os castanhos; os óxidos de alumínio, os azuis e os roxos; o resto ficou pelo meio. O importante é o que acontece a seguir: estes óxidos têm densidades diferentes e recusam-se a misturar de novo. A chuva corre pelas dunas, as partículas redistribuem-se e voltam a assentar por peso nas mesmas faixas em que estavam antes.

É isso o que este sítio tem de verdadeiramente estranho. A erosão costuma esbater e misturar. Aqui volta a separar, de modo que as riscas se refazem depois de cada chuvada, e a superfície que se fotografa não é uma relíquia conservada, mas um desenho que a chuva vai reconstruindo.

Uma queda de água com duas bocas

A queda de Chamarel desce cerca de cem metros de uma só vez, o que faz dela a mais alta da ilha, e o rio chega ao rebordo em dois braços separados que caem lado a lado no mesmo tanque.

O caudal varia enormemente. Depois de chuva forte, os dois braços juntam-se num lençol largo; em época seca afinam-se em fitas e a falésia de basalto por trás passa a ser o principal. Qualquer das versões compensa a curta caminhada desde a estrada, mas a diferença entre elas é tal que fotografias tiradas com meses de intervalo parecem de sítios distintos.

As gargantas guardam o que sobrou

As gargantas do Rio Negro são a maior área protegida da Maurícia, e existem porque quase todo o resto foi desbravado.

O açúcar levou as terras baixas e os animais introduzidos levaram boa parte do que faltava, por isso a floresta nativa da ilha sobrevive sobretudo nestes vales íngremes, onde plantar não era prático. As aves mais raras do país vivem neste resto — espécies que chegaram a contar-se por meia dúzia de indivíduos e que foram recuperadas por décadas de trabalho intenso. Dos miradouros está a ver-se o último troço contínuo do que a ilha inteira já foi.

Aspectos práticos

É um passeio de lugar em autocarro, portanto os horários e as paragens seguem o grupo e não o seu próprio ritmo.

As caminhadas são curtas, mas o piso no miradouro da queda é irregular e pode ficar escorregadio depois da chuva. A terra colorida vê-se de uma plataforma e não é permitido andar sobre as dunas, por razões que as próprias riscas explicam. O interior é bastante mais fresco e húmido do que o litoral: leve um impermeável leve, mesmo numa manhã limpa junto ao mar.

Datas e bilhetes

Escolha a sua opção

Escolha a data e os viajantes para ver o preço total.

O que está incluído

O que o preço cobre e o que deve prever à parte.

IncluídoIncluído no preço
  • ✓Transporte em autocarro partilhado para o percurso
  • ✓Comentário do motorista-guia ao longo do caminho
  • ✓Uma paragem no miradouro da queda de Chamarel
  • ✓Entrada na área de observação da terra colorida quando indicado na sua reserva
  • ✓Pelo menos uma paragem de miradouro nas gargantas
Não incluídoPrever à parte
  • —Comida e bebidas
  • —Encargos do parque quando não indicados na sua reserva
  • —Gratificações
  • —Despesas pessoais

Bom saber

Os detalhes práticos e as respostas que as pessoas realmente procuram.

Prático

  • Duração6 Hours
  • RetiradaHotel Pickup
  • GuiaEnglish
  • CancelamentoConforme a opção

Perguntas frequentes

Quantas cores há na realidade?

O nome diz sete, e contá-las com honestidade é mais difícil do que parece: as faixas passam umas para as outras e a luz muda o que se consegue distinguir.

De onde vêm as cores?

De minerais separados. Os óxidos de ferro dão os vermelhos e os castanhos, os óxidos de alumínio os azuis e os roxos.

Porque é que as riscas não se esbatem umas nas outras?

Os óxidos têm densidades diferentes e não voltam a misturar-se. A chuva redistribui as partículas e elas assentam por peso nas mesmas faixas.

Então o desenho muda?

Refaz-se. A erosão costuma misturar; aqui volta a separar, portanto a superfície é um desenho que a chuva reconstrói e não uma relíquia conservada.

Posso andar sobre as dunas?

Não. Vê-se de uma plataforma construída, por razões que as próprias riscas explicam.

Quanto se anda até à queda?

Pouco: alguns minutos do sítio onde o autocarro pára até ao miradouro, por um caminho feito.

Quando é que fica melhor?

Cedo, antes de se juntar o movimento dos grupos e enquanto a luz ainda entra na ravina.

Porque é que a floresta só sobrevive nas gargantas?

O açúcar levou as terras baixas e os animais introduzidos levaram boa parte do resto. A floresta nativa aguentou-se onde o terreno era íngreme demais para plantar.

Desde · por pessoaSob consulta