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Experiência escolhida a dedo · Bali

Bilhete de entrada no museu ARMA

Bali, Indonésia

BaliLocalizaçãoMeet at locationRetiradaShow Mobile Voucher or PrintedConfirmaçãoJoin-in GroupTipoEnglishGuia

O que vai fazer

Uma coleção construída por um negociante que recomprava o que tinha vendido, sobre a década em que os pintores balineses começaram a assinar o seu trabalho.

Destaques

  1. 01

    Immerse yourself in the cultural heritage of Bali with a balance of traditional and contemporary pieces and elements.

  2. 02

    Appreciate the cultural storytelling that begins with the architecture of the museum.

  3. 03

    Have a look at exhibits crafted by local and foreign artists.

  4. 04

    Learn about the history of the museum and how it supports Balinese visual and performing arts.

  5. 05

    Obra que atravessa encomendas rituais e pintura moderna assinada

  6. 06

    Uma exposição temporária que muda e que vale a pena confirmar antes de viajar

  7. 07

    Peças ao ar livre alcançadas pelos caminhos do jardim

  8. 08

    Uma visita por sua conta, sem trajeto nem horário fixos

  9. 09

    Um café e uma loja no local, para uma pausa entre galerias

Paragens · 1

Museu ARMA (Museu de Arte Agung Rai)No percurso

Visão geral

Um bilhete de entrada no ARMA, o Museu de Arte Agung Rai, em Ubud. O museu guarda uma das coleções mais pessoais da ilha, e o ritmo da visita é seu.

O que esperar

  • Chegar à bilheteira e trocar o seu voucher, impresso ou no telemóvel, por um passe de entrada.
  • Percorrer as galerias permanentes, que vão do trabalho balinês clássico à pintura do século vinte.
  • Ver a exposição temporária que estiver montada — vale a pena confirmar antes de viajar, porque muda.
  • Seguir os caminhos pelos jardins, onde a escultura está colocada por entre as plantas e não numa sala.
  • Uma pausa no café ou na loja do museu, se lhe apetecer; ambos se pagam à parte.
  • Sair quando lhe bastar; nada na visita é cronometrado.

Um negociante que começou a recomprar o que vendia

O museu tem o nome de Agung Rai, que nos anos 1970 começou a vender pintura balinesa a visitantes. Com o tempo, passou a lamentar quanto do melhor trabalho da ilha estava a sair dela, e começou a recomprar peças — a localizar quadros que tinha vendido e a pagar mais para os recuperar do que tinha recebido.

A coleção daqui nasceu dessa inversão. Não é um programa institucional de aquisições, mas a tentativa de um homem de manter um corpo de obra na ilha que o produziu, e é por isso que o acervo se sente pessoal e não enciclopédico.

A década em que a pintura balinesa mudou

Antes dos anos 1930, pintar em Bali era trabalho ritual. As peças eram feitas para templos e palácios, seguiam temas e composições prescritos e não eram assinadas — a ideia de um quadro como afirmação individual de uma pessoa com nome não se aplicava.

Isso mudou em cerca de dez anos. Artistas europeus fixaram-se em Ubud, trabalharam lado a lado com pintores balineses, e em 1936 foi fundada uma associação de artistas, conjuntamente por figuras estrangeiras e balinesas com a família real de Ubud — a definir padrões, a gerir as vendas e, sobretudo, a empurrar a autoria individual. Os pintores balineses começaram a assinar, a escolher os seus próprios temas e a pintar para um mercado e não para um santuário. Quase tudo neste museu fica de um lado ou do outro dessa viragem, e saber de qual muda aquilo que se está a ver.

O homem que ficou

O mais influente daqueles artistas estrangeiros viveu em Bali do fim dos anos 1920 até à guerra e é a razão de boa parte da arte balinesa ser como é — trouxe a perspetiva e a composição individual para uma tradição que não usava nenhuma das duas, e ajudou a dar forma ao espetáculo da dança do fogo que os visitantes hoje veem por toda a ilha. Os seus quadros são escassos em qualquer lado, e ainda mais raros na própria Bali.

Prática

Uma hora ou duas chegam com folga. Não há transporte incluído e o museu fica afastado do centro de Ubud, então combine motorista ou a caminhada com antecedência. As visitas guiadas e os audioguias são reservas à parte, e os espetáculos ou eventos especiais não fazem parte da entrada geral, salvo indicação no seu voucher.

Escolha a sua opção

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O que está incluído

O que o preço cobre e o que deve prever à parte.

IncluídoIncluído no preço
  • ✓Um bilhete de entrada geral no Museu de Arte Agung Rai
  • ✓Entrada levantada na bilheteira à chegada
Não incluídoPrever à parte
  • —Transporte de e para o museu
  • —Interpretação de qualquer tipo, salvo se combinada com antecedência
  • —Comida, bebidas e compras no café ou na loja
  • —Tudo o que for bilhetado por si só, incluindo espetáculos

Bom saber

Os detalhes práticos e as respostas que as pessoas realmente procuram.

Prático

  • RetiradaMeet at location
  • TipoJoin-in Group
  • GuiaEnglish
  • VoucherShow Mobile Voucher or Printed
  • CancelamentoConforme a opção

Perguntas frequentes

De quem é o nome do museu?

De Agung Rai, que nos anos 1970 começou a vender pintura balinesa a visitantes e mais tarde passou a recomprá-la — muitas vezes pagando mais para recuperar uma obra do que tinha recebido por ela.

Por que a coleção se sente pessoal?

Porque é. Nasceu da tentativa de um homem de manter o melhor trabalho da ilha na ilha, e não de um programa institucional de aquisições.

A pintura balinesa era sempre assinada?

Não. Antes dos anos 1930 era trabalho ritual para templos e palácios, seguindo temas e composições prescritos, e a assinatura não tinha ali lugar.

O que mudou?

Artistas europeus fixaram-se em Ubud e trabalharam lado a lado com pintores balineses, e em 1936 foi fundada uma associação de artistas com a família real de Ubud. Definiu padrões, tratou das vendas e empurrou a autoria individual.

Por que isso importa ao olhar para as obras?

Porque quase tudo aqui cai antes ou depois dessa viragem. Saber de que lado uma peça está diz-lhe se está a ver uma encomenda de templo ou o tema escolhido pelo próprio pintor.

Quanto tempo devo contar?

Uma hora ou duas cobrem as galerias e os jardins com folga. Nada na visita é cronometrado.

O guia está incluído?

Não. As visitas guiadas e os audioguias reservam-se à parte, tal como os espetáculos e eventos especiais, salvo indicação em contrário no seu voucher.

O transporte está incluído?

Não, e a caminhada desde o centro é maior do que parece no mapa. Combine um motorista ou conte com tempo a sério a pé.

Desde · por pessoaSob consulta