Experiência escolhida a dedo · Roma
Roma, Itália
O famoso azul entra por uma janela submersa e não pela boca da gruta; entra-se deitado, puxado por uma corrente; e Roma usou a caverna como sala de banhos.
Explore the quaint and beautiful town of Anacapri on the island of Capri
Walk through this historic town and relax while being surrounded by the peace and quiet of the sea
Enter the Blue Grotto and experience its mesmerizing glowing waters
Land at the Marina Grande and admire the beautiful architecture as you embark on an island getaway
Entrada na Gruta Azul coberta
Um acompanhante que fala inglês consigo na ilha
Almoço garantido durante o dia em Capri
Todas as deslocações e ferries entre Roma, Nápoles e a ilha tratados
Um dia de catorze horas que começa em Roma, chega a Capri e volta, com a Gruta Azul incluída, um acompanhante à espera na ilha e uma refeição pelo meio. Depois de marcar, não há mais nada para organizar. É muito caminho para uma caverna pequena, e vale a pena.
Vão buscá-lo a Roma e levam-no para sul até à costa, cerca de três horas, seguindo-se a travessia de ferry. Na ilha, um acompanhante leva-o pelas vilas e pelos miradouros, o almoço está garantido, e a gruta é visitada quando as condições o permitem. O regresso faz o mesmo caminho ao contrário, chegando a Roma já tarde. A maior parte do dia é viagem; a parte da ilha é aquilo por que veio.
A boca da gruta mal tem um metro de altura, pequena demais para iluminar seja o que for. A cor vem de uma segunda abertura, bem maior, que fica debaixo de água mesmo por baixo dela. A luz do sol passa por essa janela submersa e a água do mar retira-lhe os vermelhos pelo caminho, de modo que o que chega lá dentro é luz azul pura a subir pela água em vez de entrar pela boca. Tudo o que fique abaixo da superfície — um remo, uma mão — fica prateado.
À entrada, os visitantes passam para pequenos barcos a remos e deitam-se enquanto o remador puxa o barco para dentro por uma corrente fixada à rocha. Demora segundos. Toda a operação depende de o mar estar quase liso, porque uma ondulação de poucos centímetros fecha a boca por completo, e isso decide-se na manhã do dia, não com antecedência.
A entrada é tão baixa porque o mar está mais alto na rocha do que costumava estar. Esta costa desceu cerca de seis metros nos últimos dois mil anos, e a prova está dentro da caverna: um cais talhado na rocha e os degraus de baixo de uma escadaria antiga ficam agora abaixo da linha de água, afogados onde antes estavam secos. O que hoje é uma fresta pela qual se tem de passar deitado era, quando foi aberta, uma porta cómoda.
Antes de uma estrada ser rasgada à explosão na face da falésia, nos anos setenta do século dezanove, a única ligação entre o porto e a vila alta era uma escadaria de uns novecentos degraus talhados na rocha, provavelmente pelos gregos. Tudo o que chegava a Anacapri subia às costas ou à cabeça de alguém — água, vinho, pedra de construção, correio. A escadaria ainda existe e ainda se percorre, e as mulheres que subiam cargas por ela eram pagas à viagem.
Catorze horas significam partir cedo e voltar tarde, com cerca de seis delas em viagem. A gruta pode fechar sem aviso quando o mar se levanta, e nesse caso o resto da ilha decorre como previsto. O cancelamento é livre até um dia antes.
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Cerca de seis, repartidas entre a viagem para sul a partir de Roma e o ferry em cada sentido. O resto passa-se na ilha com um acompanhante, ao almoço e na gruta.
Porque a luz não entra pela boca visível. Uma abertura bem maior fica debaixo de água por baixo dela, e a água do mar filtra o vermelho da luz que passa, deixando luz azul a subir pela água.
Passando para um pequeno barco a remos e deitando-se enquanto o remador puxa o barco pela boca de um metro de altura, com uma corrente presa à rocha.
Qualquer ondulação fecha a entrada, e essa decisão é tomada na manhã do dia. O resto do dia na ilha — o acompanhante, as vilas, os miradouros e o almoço — segue como previsto.
Porque a costa desceu cerca de seis metros em dois mil anos. Um cais talhado na rocha e a base de uma escadaria antiga, dentro da caverna, estão agora debaixo de água, o que mostra que a abertura era uma porta normal quando foi feita.
Em 1826, quando um escritor alemão convenceu um pescador local a levá-lo lá a remos e depois publicou um relato disso. Antes disso, a caverna tinha ficado esquecida durante séculos.
Uma escadaria de cerca de novecentos degraus abertos na rocha, provavelmente de origem grega, que foi a única ligação entre o porto e a vila alta até uma estrada ser rasgada nos anos setenta do século dezanove.