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Experiência escolhida a dedo · Paris

Paris à noite e espectáculo no Moulin Rouge (copo de champanhe)

Paris, FrançaConfirmação Instantânea

4 HoursDuraçãoParisLocalizaçãoMeet at locationRetiradaE-ticketConfirmaçãoTicketTipoEnglishGuia

O que vai fazer

A dança que deu fama ao Moulin Rouge foi um dia perseguida como indecência, e a sala onde se senta é a reconstrução depois do incêndio de 1915.

Destaques

  1. 01

    Os monumentos vistos iluminados, e não à luz do dia

  2. 02

    Uma revista na sala que deu à dança a sua fama

  3. 03

    Um copo erguido antes de a cortina subir

  4. 04

    Dez línguas de narração, escolhidas no seu lugar

  5. 05

    Um acompanhamento que trata das duas metades da noite

Paragens · 2

ParisNo percurso
Torre EiffelNo percurso

Visão geral

Uma noite em Paris em duas metades: um passeio panorâmico pelos monumentos iluminados com comentário gravado e, depois, um lugar no Moulin Rouge para a revista Féerie, com um copo de champanhe.

Como funciona

  • Encontro com a anfitriã no ponto de partida e embarque no autocarro.
  • O circuito nocturno pela Torre Eiffel iluminada e pela Ópera Garnier.
  • Comentário durante o percurso, na língua que escolher.
  • Chegada ao Moulin Rouge e o bengaleiro antes de a sala encher.
  • A revista em si, com uma companhia de cerca de oitenta e números de especialidade entre os quadros.
  • Desembarque, no fim, num dos pontos centrais.

A dança já foi assunto de polícia

O can-can não começou como entretenimento para visitantes. Nasceu nos salões de baile operários da década de 1830, onde se chamava chahut, e era dançado tanto por homens como por mulheres. O pontapé alto e a espargata eram improviso, não coreografia.

As autoridades tratavam-no como indecência. Bailarinas eram nomeadas em relatórios policiais e algumas foram detidas; a objecção era menos o pontapé do que aquilo que o pontapé revelava, numa altura em que o que as mulheres usavam por baixo não era para ser visto em público. A dança arrastou um travo de ilícito durante décadas antes de se tornar respeitável.

Quando o Moulin Rouge abriu, em 1889 — no mesmo ano da Exposição Universal e da torre construída para ela —, a dança já tinha seguidores, e os cartazes de Toulouse-Lautrec transformaram bailarinas em nomes que toda a gente conhecia. O que hoje é uma revista polida foi, ainda na memória dos seus fundadores, algo que as autoridades queriam ver acabar.

O edifício não é o original

Um incêndio destruiu a sala em 1915 e ela só reabriu em 1921. O que se vê por dentro é a reconstrução.

O moinho no telhado nunca moeu nada. É um letreiro, embora não arbitrário: Montmartre foi uma colina de moinhos a trabalhar antes de a cidade a engolir, e alguns dos verdadeiros ainda estão de pé a poucas ruas dali.

Leia o arranjo com atenção

A recolha no início não faz parte disto. Chega ao ponto de partida por seus meios, e a anfitriã encontra-o ali.

O bengaleiro do Moulin Rouge é obrigatório e resolvido por si na própria noite — malas e casacos não entram na sala.

O desembarque no fim é num ponto central e não à sua porta: a Ópera, os Campos Elísios, Montparnasse ou a Bastilha, o que lhe der mais jeito.

Aspectos práticos

O passeio é panorâmico. Fica a bordo e vê os monumentos através do vidro, o que numa noite fria é precisamente a vantagem, mas convém saber se contava andar a pé.

Na sala veste-se com algum apuro, sem ser formal. Não usar ganga nem sapatilhas é a expectativa habitual.

Escolha a sua opção

O percurso é o mesmo nos dois casos — a diferença é quem mais vai na viatura. Abra uma opção para ver as datas e calcular o preço.

O que está incluído

O que o preço cobre e o que deve prever à parte.

IncluídoIncluído no preço
  • ✓Um desembarque perto do seu hotel ou num sítio onde um táxi chegue com facilidade
  • ✓A bebida conforme seleccionada na reserva, copo ou meia garrafa
  • ✓Uma anfitriã multilingue a acompanhar a noite
  • ✓Um lugar na viatura com ar condicionado, na parte urbana
  • ✓Entrada na revista com a bebida que escolheu
Não incluídoPrever à parte
  • —Recolha no seu hotel no início
  • —O bengaleiro obrigatório na sala, resolvido na própria noite
  • —Tudo o que esteja fora do que consta na sua documentação de reserva

Bom saber

Os detalhes práticos e as respostas que as pessoas realmente procuram.

Prático

  • Duração4 Hours
  • RetiradaMeet at location
  • TipoTicket
  • GuiaEnglish
  • VoucherE-ticket
  • CancelamentoConforme a opção

Onde é o encontro

  • Address :—
  • Address :—

Perguntas frequentes

De onde veio o can-can?

Dos salões de baile operários da década de 1830, onde dava pelo nome de chahut.

Foi sempre uma dança de mulheres?

Não — nas primeiras décadas os homens também a dançavam.

Porque se interessou a polícia?

Era tratado como indecência; algumas bailarinas foram nomeadas em relatórios e algumas detidas.

Quando abriu a sala?

A primeira temporada foi em 1889, num Verão em que a Exposição Universal atraía multidões enormes à cidade.

Quem tornou as bailarinas famosas?

Toulouse-Lautrec, cujos cartazes transformaram intérpretes concretas em nomes reconhecidos.

O edifício é o original?

O interior onde se senta data da reconstrução do início dos anos vinte, e não da década dos fundadores.

O moinho do telhado funciona?

Nunca funcionou. Montmartre teve moinhos a sério, e alguns sobrevivem ali perto.

Há alguma exigência de traje?

Com apuro, sem ser formal — ganga e sapatilhas são as exclusões habituais.

Desde · por pessoa€190