Experiência escolhida a dedo · Galle
Galle, Sri Lanca
Um parque que existe por causa de uma barragem, onde os elefantes não se procuram tanto como se contam, e um centro que de propósito não o deixa tocar-lhes.
The Udawalawe National Park is famous for all the elephants that can be viewed here
Pass by many species of animals, such as deer, bandicoots, water buffalos, and many more
Take photos of your favorite animals to bring home to your friends and family
Um safari de jipe guiado, construído em torno de encontrar elefantes
A deslocação para o interior por aldeias e arrozais da Província do Sul
Excelente observação de aves nos charcos e nos pauis
Uma paragem opcional no Elephant Transit Home ali perto, sujeita ao seu horário
Udawalawe existe por causa de uma barragem. Quando a albufeira no rio Walawe inundou uma grande extensão de terreno nos anos sessenta, os elefantes que ali viviam foram empurrados para as terras em redor, e em 1972 essas terras foram declaradas parque nacional para os conter. Tudo neste sítio decorre daí.
Uma longa deslocação por estrada para o interior, a partir da costa, várias horas num jipe aberto a percorrer os trilhos e os charcos, e a viagem de volta.
A razão honesta para escolher este parque em vez do famoso. Várias centenas de elefantes vivem permanentemente dentro dos limites, não migram para fora, e o terreno não lhes dá onde se esconder. Num safari normal os avistamentos contam-se às dezenas e não às unidades, e as famílias com crias são rotina. Se tem um único dia e são elefantes que quer, esta é a escolha mais fiável: troca a possibilidade de um grande felino por algo próximo de uma certeza.
É a paisagem que faz o trabalho. Boa parte do parque é pradaria aberta e mato baixo, muito dele antigas terras de cultivo e plantação que nunca foram floresta densa. Não há copado que engula uma manada nem matagal onde a perder, pelo que os animais se leem a várias centenas de metros em vez de se vislumbrarem a vinte.
Uma coisa que deixa os visitantes intrigados. Nesta população só uma pequena minoria de machos chega a ter presas — um valor habitualmente apontado à volta dos sete por cento, contra quase todos os machos adultos em África. Parte é herança, parte é a consequência de séculos em que os que tinham presas eram os capturados para trabalho cerimonial ou mortos pelo marfim, retirando de forma constante esses genes da população reprodutora. Os machos sem presas que vê são o que essa pressão deixou.
Vale a pena perceber antes de decidir sobre a paragem opcional. A instalação junto ao parque acolhe crias órfãs, cria-as e devolve-as à natureza, e funciona segundo o princípio de que os animais não se devem habituar às pessoas. Os visitantes assistem à alimentação por trás de uma barreira a horas fixas. Ninguém monta nada, ninguém dá banho a nada, e não lhe vão pôr um biberão na mão para uma fotografia. Se isso parece menos do que nos sítios que oferecem as três coisas, é essa a razão pela qual estas crias podem voltar à natureza e aquelas não.
Um pedido com dentes. Nas estradas à volta do parque, os elefantes ficam na berma a pedir, porque há condutores que lhes dão comida pela janela. Os animais que aprendem isto tornam-se atrevidos, depois insistentes, depois perigosos, e os que danificam um veículo ou ferem alguém são os que acabam abatidos. Alimentar um elefante na berma é uma maneira lenta de o matar. Mantenha as janelas fechadas e siga caminho.
Contexto para o que vai ver na viagem de ida. O parque está vedado com arame eletrificado, e os elefantes há muito perceberam como o partir — empurrando postes com as patas, usando presas ou troncos quando os têm. Para lá do limite ficam terras de cultivo, e o conflito entre os dois é sério e continua, com pessoas e elefantes mortos todos os anos. As torres de vigia que passa nos campos não são decorativas.
A entrada no parque, o permiso do veículo e o rastreador organizam-se à chegada. Seja o que for no centro de recuperação é à parte outra vez. Leve rupias em dinheiro, porque nada disto se resolve de outra maneira.
Abra-a para escolher uma data e calcular o preço.
O que o preço cobre e o que deve prever à parte.
Os detalhes práticos e as respostas que as pessoas realmente procuram.
Perto disso. Várias centenas vivem permanentemente dentro dos limites, não migram para fora, e o terreno aberto não lhes dá onde se esconder. Num safari normal os avistamentos contam-se às dezenas.
Troca a hipótese de um grande felino por quase certeza nos elefantes. Se tem um dia e o objetivo são elefantes, esta é a escolha mais fiável.
Boa parte do parque é pradaria aberta e mato baixo, muito dele antigas terras de cultivo que nunca foram floresta densa. Não há copado que engula uma manada, pelo que os animais se leem a várias centenas de metros.
Nesta população só uma pequena minoria as desenvolve, valor habitualmente apontado à volta dos sete por cento. Séculos a capturar os que tinham presas para trabalho cerimonial e a matá-los pelo marfim retiraram esses genes da população reprodutora.
De propósito, não. As crias são criadas para regressar à natureza, pelo que o contacto com pessoas é reduzido ao mínimo. Assiste-se à alimentação por trás de uma barreira a horas fixas; não há passeios ao dorso, banhos nem biberões para fotografias.
Porque os animais que aprendem a pedir tornam-se atrevidos e depois perigosos, e os que danificam um veículo ou magoam alguém são os que acabam abatidos. Dar-lhes comida pela janela é uma maneira lenta de os matar.
Só se a sua reserva o disser. A entrada, o permiso do veículo e o rastreador tratam-se à chegada. Leve rupias em dinheiro.